
O último vinho da vida
WALTER GALVÃO
Ao se despedir do time de blogueiros da "Veja", em setembro, o mestre Roberto Gerosa postou interessante provocação aos desejos mais íntimos dos amantes do vinho.
Registrou a escolha de personalidades que são referências internacionais caso fossem submetidas à ultima garrafa da vida.
Reproduzo abaixo o post que é repleto de indicações fenomenais.
Ao se despedir do time de blogueiros da "Veja", em setembro, o mestre Roberto Gerosa postou interessante provocação aos desejos mais íntimos dos amantes do vinho.
Registrou a escolha de personalidades que são referências internacionais caso fossem submetidas à ultima garrafa da vida.
Reproduzo abaixo o post que é repleto de indicações fenomenais.
"É quase inevitável. Toda entrevista com grandes críticos e especialistas invariavelmente termina com uma pergunta clássica: Qual o vinho que escolheria para tomar se esse fosse o último de sua vida?
Eu mesmo já perpetrei este desafio sem imaginação para o elegante autor, Hugh Johnson. É sempre curioso saber o que pensam aqueles que já provaram de tudo e são referência para os apreciadores da bebida. Melhor ainda é deixá-los em uma sinuca de bico. Abaixo, três famosos críticos revelam a sua preferência:
Hugh Johnson — Seria uma das minhas raras garrafas de antigo Tokay (um branco doce da Hungria). Ele tem todas as qualidades que fazem que o vinho seja um assunto tão rico: profundidade, intensidade de sabor, vitalidade, singularidade e história.
Robert Parker – Provavelmente um dos vinhedos do Guigal, um produtor da região do Rhône. Talvez um La Mouline ou um Petrus 1947 ou um Cheval Blanc 1947. Nasci em 1947, um ano de ótima colheita no Pomerol e em Saint-Émilion, duas sub-regiões de Bordeaux.
Jancis Robinson - Um vinho madeira Cossart Bual da safra de 1908 (U$ 824,00 no site Peter Wylie Fine Wines) seria uma ótima opção".
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